segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Sovinas procuram parceiros gastadores

E isto preocupa-me porquê? Por que raio me chamou a atenção!!!

Não sou sovina nem garganêro, oops, gastador.


In DiárioEconómico.pt

Estudo

Sovinas procuram parceiros gastadores

Económico
03/08/09 00:50

Um estudo mostra que as pessoas mais poupadas tendem a casar com pessoas esbanjadoras.

É uma espécie de equilíbrio de forças: um estudo recente feito pela Universidade de Northwestern, nos EUA, mostra que a lei da física de que "os opostos atraem-se" também se verifica nos casais.

O estudo revela que as pessoas mais poupadas tendem a casar com pessoas com hábitos esbanjadores.Uma das possíveis explicações para este fenómeno tem a ver com o facto das pessoas que têm dificuldades em gastar o dinheiro, não gostarem dessa sua característica, e como tal, sentem-se atraídas por pessoas que são mais liberais na forma como lidam com o dinheiro.

domingo, 2 de agosto de 2009

Cercle Escrime Sud


Nos entraînements à Luxembourg


Centre National d'Escrime, rue Ermesinde (derrière le Hall Victor Hugo)

Entraînement:

  • Le lundi de 18.00 à 20.00 pour les jeunes et adultes, débutants et avancés
  • Le mercredi de 18.00 à 19.00 pour les enfants et de 18.00 à 20.00 heures pour les jeunes et adultes, débutants et avancés
  • Le vendredi de 17.00 à 18.00 pour les enfants et de 18.00 à 19.30 heures pour les jeunes et adultes, débutants et avancés

Leituras: Fragmentos - Livro I - Ana de Sousa

Título: Fragmentos - Livro I

Autor: Ana de Sousa

Sinopse:


Fragmentos - Livro I, é composto por 365 textos de escrita poética, de natureza fragmentária, introspectiva e vincadamente existencialista, por vezes introduzindo o onírico como elemento de retratação, por vezes o gótico e por vezes o sensual.
A obra apresenta uma leitura de características fluidas, que página após página, envolve e transporta o leitor numa viagem por um mundo criado pela autora Ana de Sousa, construído por imagens, fragmentos, de rara beleza.


Fragmentos - Livro I - Ana de Sousa, 252

252

desprende-se de meu corpo a arritmia das voláteis simulações do toque.
pedi que partisse e que só regressasse se de ti trouxesse o cheiro da pele,
ou a sua maciez,
soro para o desfalecimento em que incorro,
agora que a minha se descolora pela ausência de teu calor.

ISIN 989-95000-0-3

Fragmentos - Livro I - Ana de Sousa, 216

216

oito horas.
não uso relógio.
não ouso medir o tempo e ainda menos subjuga-lo a critérios tão pequenos como a minha vida ou os meus dias, porque um de cada vez, instante a instante, porque existo mais num não tempo, como se flutuando.
o tempo não me é natural e nem é presença.
difícil ser assim, quando o tempo é entidade omnipresente para o universo.
ainda assim me seria natural dizer que tudo tem um tempo, sirvo-me dele no condicionar das razões e dos efeitos, deixo que me sirva para que não seja absoluta a minha alienação.

e os teus pés, agora, onde estão?
neste tempo instante teu.

ISIN 989-95000-0-3

Fragmentos - Livro I - Ana de Sousa, 201

201

anda,
deita-te comigo rente à erva.
pousa o teu rosto num lugar igual.
esquece-te da tua vida e alimenta tudo o que contrói a sua.
não tenhas medo das formigas.

ISIN 989-95000-0-3

Fragmentos - Livro I - Ana de Sousa, 191

191

disseram-me as pedras, quando mobilizei o corpo na contemplação,
que estes são tempos difíceis para o mundo e que as marés só falam do nada
que corrompe o tudo,
como se, fatidicamente, não mais possível fosse vislumbrar o querer comum
como o bem maior.
sobrepõem-se à terra, as migalhas, e sufocam-na.

ISIN 989-95000-0-3

Fragmentos - Livro I - Ana de Sousa, 188

188

de repente o peito solta do silêncio o grito, libertand0 a quase dor,
partem-se os vidros de que são feitos os gerânios e os narcisos
e no jardim repleto de minha nudez, crescem,
em pequenas pirâmides de pó quase saudade,
sinuosos lamentos da nunca posse e da volátil entrega.

só me ocorre o sôfrego caminhar,
para ouvir uns passos, simulataneamente teus;
só me ocorre libertar da cama os lençóis,
dando de leito o meu corpo e de afago os meus cabelos.

por agora,
procuro-te onde te deixei na ultima noite, qual sombra de mim.

ISIN 989-95000-0-3

Fragmentos - Livro I - Ana de Sousa, 118

118

os lábios movem-se,
movem-se lentos os lábios,
entrecortando o rumor do respirar,
cicatrizando, nos instantes, os fogos que se ateiam sob a pele,
suspirando! suspirando apelos,
novelos de espasmos que descem à boca,
pressentindo a saliva na interior rugoso do beijo

movem-se os lábios
lentos, os lábios

tensas e finas linas que separam, tenuemente, os horizontes
e cortam o sangue que se pressente, pulsante,
escorregando no tortuoso gemido do acaso,
quando a língua escava e sulca, desbrava e conquista,
os arrepios das vermelhas folhas, levadas pelo vento
à conciliação do beijo,
que adivinhinando no percurso do orvalho, desenha pudores no teu peito
(um pássaro chamado "desejo" queima!)

os lábios movem-se,
movem-se lentos os lábios,
conspirando, na fulguração do simulado toque, a (tua) cama improvisada.

ISIN 989-95000-0-3

sábado, 1 de agosto de 2009

Stress Crónico: O cérebro responde e procura a rotina

de alguma forma senti-me tocado ao ler esta notícia, será que tenho este stress... dito crónico??
é que eu moro e trabalho num terceiro andar, e realmente, sempre que estou num elevador, o número 3 é número que procuro .... hummm :(

in publico.pt

Artigo publicado hoje na Science
Stress Crónico: O cérebro responde e procura a rotina
31.07.2009 - 12h00 Andrea Cunha Freitas
Oito neurocientistas portugueses estudaram as alterações nos circuitos do cérebro em situações de stress crónico. No grupo de ratos analisados, a experiência fez encolher e expandir zonas cerebrais e levou a que activassem o "botão da rotina". Está tudo na Science

Vamos colocá-lo a viver no segundo andar de um prédio. Pode ser? Pronto. Agora, imagine a sua rotina diária. Todos os dias, entra no elevador e carrega no botão 2 para chegar a casa. Porém, se mudar de edifício - suponha que está a visitar alguém -, vai escolher outro piso, adaptando-se a esta nova realidade. O problema é que, segundo o estudo agora publicado na revista Science por investigadores portugueses, quando está sujeito a uma situação de stress crónico o mais provável é que continue a carregar no botão 2, em qualquer elevador, de qualquer prédio. O seu cérebro mudou e agora responde com as acções de rotina.

"O que se percebeu é que, durante a exposição crónica a stress (ou seja, durante algum tempo), há mudanças estruturais no nosso cérebro", resume Rui Costa, um dos autores do artigo publicado hoje na Science e coordenador do departamento de Neurobiologia da Acção da Fundação Champalimaud.

A equipa de neurocientistas estudou três regiões cerebrais que nunca antes tinham sido exploradas nesta associação entre o stress crónico e o processo de tomada de decisão. Procuraram os efeitos no estriado medial e no córtex pré-frontal (associados a comportamentos intencionais) e no estriado lateral (relacionado com os hábitos e comportamentos de rotina). E, segundo explica Rui Costa, nos nossos neurónios que parecem árvores cheias de ramos o stress crónico decepou galhos nas duas regiões ligadas aos comportamentos intencionais e fez nascer novos ramos no campo cerebral da rotina. Na luta de equilíbrios, a rotina parece sair vencedora. E, assim, carregamos no segundo andar de um qualquer elevador.

No fundo, podemos estar perante uma reacção de defesa do nosso cérebro. Sujeitos a tanta agressão continuada (stress crónico), os nossos neurónios tentam poupar energia e "fogem" para a área dos hábitos, que usamos mais, optando desta forma pelas decisões que parecem implicar menos riscos.

Neste estudo, os ratos estudados foram "martirizados" com algumas situações de stress. Durante 21 dias, todos os dias e a diferentes horas, os animais foram alvo de um stress diferente escolhido aleatoriamente. Foram ou imobilizados ou confrontados no seu território com um outro rato agressivo (com uma grelha a separar os dois para aumentar a tensão); ou ainda, num terceiro teste, colocados numa piscina com muros altos, da qual não conseguiam sair. Em resumo, um stress - que, repetido dia após dia, durante três semanas, é definido como crónico. E que, como seria de prever, além dos danos cerebrais teve outras consequências.

Os ratos submetidos a stress crónico perderam massa corporal e aumentaram bastante os níveis de cortisol (respostas fisiológicas ao stress já conhecidas). Como os ratos não reconhecem o dinheiro como recompensa, nada como usar a comida. A "maratona de stress" incluía um convite para carregar numa alavanca que lhes fornecia um petisco. Os animais eram depois presenteados com um manjar com tudo à discrição - uma happy hour de petiscos até se fartarem. Os cientistas mudaram as regras. Depois disso, os ratos eram de novo colocados perante a alavanca dos petiscos. Os stressados continuavam a carregar por uma questão de hábito, os outros tomavam a decisão de não o fazer, adaptando-se à nova circunstância de estarem de "papo cheio".



"Estragos" no cérebro

"Em circunstâncias normais, automatizarmos uma tarefa e libertarmos o cérebro para outras actividades pode ser uma vantagem. No entanto, quando somos colocados num novo contexto, temos de nos conseguir adaptar e reorganizar os nossos circuitos no cérebro. O que acontece depois de um stress crónico é que não há uma reorganização destes circuitos e esta vantagem transforma-se numa decisão errada", esclarece Nuno Sousa, investigador do Instituto de Ciências da Vida e Saúde da Escola Superior de Saúde da Universidade do Minho que integra a equipa de neurocientistas.

Uma situação de stress agudo ou de cansaço também pode levar-nos a recorrer ao botão da rotina, a automatizar processos e usar comportamentos habituais. Porém, quando agimos sob influência de um stress crónico, isso é mais frequente e mais notório, asseguram os neurocientistas que identificaram os "estragos" que este stress deixa no nosso cérebro.

Os danos começam ainda no momento de stress e prolongam-se para além dele. E depois? Ficam para sempre ou, passado algum tempo, são reversíveis? "A verdade é que não sabemos. Em algumas regiões, parece-nos que existem indícios de uma recuperação passadas algumas semanas, mas, no caso dos estriados, ainda não sabemos", nota Eduardo Dias-Ferreira, investigador autor principal do artigo e que integra a equipa da Neurociência da Fundação Champalimaud.

Para mostrar o impacto do stress no processo de tomada de decisão e na organização desses circuitos, o investigador abandona o exemplo do elevador e fala agora de uma bomba de gasolina. "Se estivermos habituados a pôr gasolina sempre na mesma bomba quando estivermos sujeitos a uma situação de stress vamos seguramente para essa bomba. O que se passa com o stress crónico é que, aparentemente, mesmo que os preços aumentem só nesse local, nós vamos insistir nesse comportamento de rotina, dia após dia."

Ainda que, passado um tempo, o comportamento volte ao normal e possa vir a provar-se que os danos no cérebro são provisórios, é importante encontrar formas de evitar que aconteça. Até porque é muito complicado imaginar um cenário onde não somos capazes de responder e adaptar as nossas acções a um novo contexto. Chega a ser perigoso.

Antes de desenhar possíveis estratégias terapêuticas, é preciso perceber melhor o que acontece ao nível dos circuitos neuronais (nas árvores): como se perdem ramos, como se ganham outros, como funcionam os novos que se criaram, como se comporta o ambiente à volta, etc.

Decisões no dia-a-dia

"Temos de perceber o que acontece a nível molecular para identificar possíveis alvos terapêuticos", confirma Eduardo Dias-Ferreira, adiantando que já existe uma "lista de suspeitos".

É que esta revelação sobre a resposta do cérebro ao stress crónico, adianta Rui Costa, pode ter diversas implicações e aplicações. Pode, por exemplo, ajudar a explicar mecanismos existentes em alguns quadros patológicos do foro psiquiátrico, como o comportamento obsessivo compulsivo e outras atitudes ligadas ao vício (comida, jogo, toxicodependência, etc.)

Mas, mais do que nesse campo da saúde mental, Rui Costa está entusiasmado com a aplicação deste conhecimento no estudo dos processos de tomada de decisão no nosso dia-a-dia, sobretudo no mundo da economia. "Acho que este estudo pode ser muito interessante se ajudar a explicar uma série de hábitos de consumo que temos", afirma. Eduardo Dias-Ferreira lembra o exemplo da bomba da gasolina para reforçar este potencial. Além disso, apesar de se ter focado em três regiões do cérebro, o estudo terá levado à identificação de outras regiões afectadas.

Há diferentes tipos de stress. Sabe-se por exemplo que, nalgumas situações, o stress agudo pode até ser benéfico para a eficácia na execução de uma tarefa. Daí que existam pessoas que dizem que funcionam melhor em stress, mas o stress crónico é diferente: "Uma coisa é estarmos stressados porque temos uma apresentação no dia seguinte ou um artigo importante para apresentar. Outra coisa é ter isso todos os dias, durante meses", explica Rui Costa.

Estudos anteriores também já tinham demonstrado a relação do stress com a diminuição do desejo sexual, o enfraquecimento da nossa resposta imunitária ou até com as funções ligadas à memória espacial ou de referência. Nuno Sousa adianta que já participou em trabalhos anteriores que demonstraram que há zonas cerebrais como o hipocampo (área central para a memória e aprendizagem) que, apesar de afectadas, recuperam de uma situação de stress.

Neste estudo, pela primeira vez, os cientistas debruçaram-se sobre o processo de tomada de decisão. Falta saber, por exemplo, se estas zonas também recuperam. Falta saber o que acontece aqui, nesta central cerebral da tomada de decisão, em caso de stress pós-traumático.

E será que há diferenças entre géneros? Será que as mulheres reagem de maneira diferente ao stress crónico num momento de decisão? Como se espera da ciência e da investigação, uma resposta tem sempre esse lado fascinante de nos criar mais uma nova série de perguntas.

O que a TMN ganhou em cinco anos de Sudoeste

In diarioeconomico.pt

Eduarda Carvalho
01/08/09 00:05

Conquistar um ‘taget’ mais jovem, testar novidades antes de as colocar à venda no mercado, e, em 2008, o título de marca mais recordada em publicidade.

A maior operadora móvel do país quis conquistar o público jovem, um segmento onde percebeu que tinha de reforçar posição. Em 2005 fez as malas e rumou ao sudoeste alentejano. E é por lá que está todos os primeiros fins-de-semana de Agosto, desde então, no festival mais jovem do ano, que já foi Optimus e é, há cinco edições, SWtmn.

"Todos os anos o retorno de media do SWtmn é medido pela Cision que nos diz que o investimento é mais do que compensado pelo número de notícias geradas pelos media, na ordem dos 300%, o que para eventos de música é muito positivo", comenta Luís Avelar, administrador da PT, com o pelouro do marketing.