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sábado, 8 de maio de 2010

A não perder: O Fascismo Financeiro

Retirado daqui

Boaventura Sousa Santos: O Fascismo Financeiro, Publicado na Visão em 6 Maio de 2010.

“Há doze anos publiquei, a convite do Dr. Mário Soares, um pequeno texto (Reinventar a Democracia) que, pela sua extrema actualidade, não resisto à tentação de evocar aqui. Nele considero eu que um dos sinais da crise da democracia é a emergência do fascismo social. Não se trata do regresso ao fascismo do século passado. Não se trata de um regime político mas antes de um regime social. Em vez de sacrificar a democracia às exigências do capitalismo, promove uma versão empobrecida de democracia que torna desnecessário e mesmo inconveniente o sacrifício. Trata-se, pois, de um fascismo pluralista e, por isso, de uma forma de fascismo que nunca existiu. Identificava então cinco formas de sociabilidade fascista, uma das quais era o fascismo financeiro. E sobre este dizia o seguinte.”

O fascismo financeiro é talvez o mais virulento. Comanda os mercados financeiros de valores e de moedas, a especulação financeira global, um conjunto hoje designado por economia de casino. Esta forma de fascismo social é a mais pluralista na medida em que os movimentos financeiros são o produto de decisões de investidores individuais ou institucionais espalhados por todo o mundo e, aliás, sem nada em comum senão o desejo de rentabilizar os seus valores. Por ser o fascismo mais pluralista é também o mais agressivo porque o seu espaço-tempo é o mais refractário a qualquer intervenção democrática. Significativa, a este respeito, é a resposta do corrector da bolsa de valores quando lhe perguntavam o que era para ele o longo prazo: “longo prazo para mim são os próximos dez minutos”. Este espaço-tempo virtualmente instantâneo e global, combinado com a lógica de lucro especulativa que o sustenta, confere um imenso poder discricionário ao capital financeiro, praticamente incontrolável apesar de suficientemente poderoso para abalar, em segundos, a economia real ou a estabilidade política de qualquer país.

A virulência do fascismo financeiro reside em que ele, sendo de todos o mais internacional, está a servir de modelo a instituições de regulação global crescentemente importantes apesar de pouco conhecidas do público. Entre elas, as empresas de rating, as empresas internacionalmente acreditadas para avaliar a situação financeira dos Estados e os consequentes riscos e oportunidades que eles oferecem aos investidores internacionais. As notas atribuídas – que vão de AAA a D – são determinantes para as condições em que um país ou uma empresa de um país pode aceder ao crédito internacional. Quanto mais alta a nota, melhores as condições. Estas empresas têm um poder extraordinário. Segundo o colunista do New York Times, Thomas Friedman, «o mundo do pós-guerra fria tem duas superpotências, os EUA e a agência Moody’s». Moody’s é – uma dessas agências de rating, ao lado da Standard and Poor’s e Fitch Investors Services. Friedman justifica a sua afirmação acrescentando que «se é verdade que os EUA podem aniquilar um inimigo utilizando o seu arsenal militar, a agência de qualificação financeira Moody’s tem poder para estrangular financeiramente um país, atribuindo-lhe uma má nota».

Num momento em que os devedores públicos e privados entram numa batalha mundial para atrair capitais, uma má nota pode significar o colapso financeiro do país. Os critérios adoptados pelas empresas de rating são em grande medida arbitrários, reforçam as desigualdades no sistema mundial e dão origem a efeitos perversos: o simples rumor de uma próxima desqualificação pode provocar enorme convulsão no mercado de valores de um país. O poder discricionário destas empresas é tanto maior quanto lhes assiste a prerrogativa de atribuírem qualificações não solicitadas pelos países ou devedores visados. A virulência do fascismo financeiro reside no seu potencial de destruição, na sua capacidade para lançar no abismo da exclusão países pobres inteiros.

Escrevia isto a pensar nos países do chamado Terceiro Mundo. Não podia imaginar que o fosse recuperar a pensar em países da União Europeia.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Animações do DVD "25 de Abril, 32 Anos, 32 Perguntas"

Cliquem em cada link
01 -
Tinham medo de Salazar? Até os políticos?
02 - O povo tinha direito a voto ou era obrigado a votar em Salazar?
03 - Antes de 1974 já tinha havido alguma revolução?
04 - Alguém conseguiu fugir do Tarrafal?
05 - O que possibilitou a manutenção de uma ditadura durante 40 anos?
06 -
Que razões levaram a formar a PIDE?
07 - De que modo os programas da rádio eram controlados pela Censura?
08 -
A emigração nos anos 60 foi muita. Porquê?
09 -
Porque é que os rapazes e as raparigas tinham de andar em escolas separadas? Como é que namoravam e conseguiam casar?
10 -
A população portuguesa estava preparada para o 25 de Abril?
11 -
Como é que "os guardas" do 25 de Abril conseguiram planear sem a PIDE os ver?
12 -
Onde é que arranjaram coragem para fazer a revolução e conseguirem derrotar os guardas?
13 -
O Zeca Afonso já tinha as canções preparadas? Ele já sabia que no dia 25 de Abril de 1974 ia haver uma revolução?
14 -
Enquanto preparavam e executavam a revolução, os soldados pensaram na terríveis consequências que podiam sofrer se fossem descobertos e o golpe falhasse?
15 -
Em que condições se entregou Marcelo Caetano?
16 -
Houve mortos durante a revolução?
17 -
Porque é que depois do 25 de Abril, os homens da revolução não pagaram com a mesma moeda?
18 -
Como é que o povo soube que aquele dia era o dia da libertação?
19 -
Nas pontas das espingardas foram colocados cravos vermelhos. Porquê?
20 -
Todas as pessoas estiveram de acordo com este acontecimento histórico?
21 -
25 de Abril é uma revolução popular ou militar?
22 -
Quem foram as pessoas que estiveram a frente do 25 de Abril. Existe alguma coisa a elogiá-las?
23 -
Depois da revolução, o país teve dificuldades em organizar-se políticamente?
24 -
O povo português não teria demasiada liberdade depois de 1974?
25 -
Como é que foi a luta depois do 25 de Abril?
26 -
Que impacto teve o 25 de Abril a nível mundial?
27 -
O que aconteceu às nossas colónias? Como foram libertadas?
28 -
Nos nossos dias, existe alguém que possa adquirir os poderes de Salazar?
29 -
O que torna um regime totalitário absurdo?
30 -
O que mudou em Portugal depois do 25 de Abril?
31 -
O que aconteceu aos presos políticos e aos condenados políticos depois do 25 de Abril?
32 -
Se antigamente as pessoas não tinham liberdade para serem felizes, porque não saiam de Portugal?

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A conhecer: Luxemburgo/Esch: Portugueses lançam projecto de teatro de marionetas

Cecília Xavier e César Santos são os iniciadores do projecto e é constituído também por José Teixeira que também canta no nosso Coral, o Coral ALICE

veja o artigo completo aqui.

in semanariocontacto.blogspot.com

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A não perder - Entrevista

"Em Portugal o excesso de Iluminismo produziu muitas vezes o obscurantismo"

para ler mais, clique aqui.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Brinquedo de Luxo: nave aerosubmarina, a 'Necker Nymph'

in diarioeconomico.pt


Transportes

Virgin lança o seu primeiro “avião aquático”

Cristina Barreto
02/02/10 15:30

Richard Branson, dono da Virgin, apresentou hoje a sua primeira nave aerosubmarina, a 'Necker Nymph'. O veículo tem lugar para três pessoas e permite viajar várias horas no fundo do oceano.

Numa fase inicial, o seu "avião aquático" poderá descer a 40 metros de profundidade, mas no futuro o objectivo é que atinja os 11 mil metros para poder explorar o oceano a uma profundidade nunca antes alcançada.

"É como um avião que voa no mar", explicou o milionário Richard Branson ao 'The Sun', adiantando que o prototipo custou cerca de 415 mil libras (473 mil euros).

Este é o segundo "brinquedo" de luxo anunciado pelo empresário em menos de dois meses, depois de em Dezembro último ter apresentado a sua primeira nave espacial para turistas, que em troca de 125 mil libras (142 mil euros) permite, em duas horas e meia, percorrer 100 quilómetros no espaço e desfrutar de cinco minutos de gravidade zero. Esta sua viagem espacial conta já com 300 reservas.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Petróleo no Alentejo... era bom

Depois dos Forúns continuadamente adiados, aeroporto, fábrica de aviões, autoeuropas dos aviões, Sines e o seu complexo, a rede ferroviária e rodoviária, agora temos... petróleo financiado não pelos petrodólares mas por petroreais!

Sejamos justos também: sempre temos o maior lago artificial e o maior parque de paineis solares da Europa e o troço do TGV a concurso

ler tudo in economico.sapo.pt

Energia

Petrobras quer investir no Alentejo

Margarida Vaqueiro Lopes
29/01/10 19:20

A estatal brasileira Petrobras pretende comprar uma posição nos blocos de exploração de petróleo da Tullow Oil em Portugal.

A notícia é avançada pela agência Dow Jones, que noticia uma intenção de compra de 50% da Tullow Oil no Alentejo. A Dow Jones cita o CEO da Petrobras, José Fernando de Freitas, que disse que a decisão final deve ser tomada em Março.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Hayek vs Keynes e uma introdução ao Neo-Liberalismo

Roubado aqui:



Neo Liberalismo, por Dag Einar Thorsen and Amund Lie, in "What is Neoliberalism?"

Neoliberalism is, as we see it, a loosely demarcated set of political beliefs which most prominently and prototypically include the conviction that the only legitimate purpose of the state is to safeguard individual, especially commercial, liberty, as well as strong private property rights (cf. especially Mises 1962; Nozick 1974; Hayek 1979). This conviction usually issues, in turn, in a belief that the state ought to be minimal or at least drastically reduced in strength and size, and that any transgression by the state beyond its sole legitimate purpose is unacceptable (ibid.). These beliefs could apply to the international level as well, where a system of free markets and free trade ought to be implemented as well; the only acceptable reason for regulating international trade is to safeguard the same kind of commercial liberty and the same kinds of strong property rights which ought to be realised on a national level (Norberg 2001; Friedman 2006).

Neoliberalism generally also includes the belief that freely adopted market mechanisms is the optimal way of organising all exchanges of goods and services (Friedman 1962; 1980; Norberg 2001). Free markets and free trade will, it is believed, set free the creative potential and the entrepreneurial spirit which is built into the spontaneous order of any human society, and thereby lead to more individual liberty and well-being, and a more efficient allocation of resources (Hayek 1973; Rothbard [1962/1970] 2004).

Neoliberalism could also include a perspective on moral virtue: the good and virtuous person is one who is able to access the relevant markets and function as a competent actor in these markets. He or she is willing to accept the risks associated with participating in free markets, and to adapt to rapid changes arising from such participation (Friedman 1980). Individuals are also seen as being solely responsible for the consequences of the choices and decisions they freely make: instances of inequality and glaring social injustice are morally acceptable, at least to the degree in which they could be seen as the result of freely made decisions (Nozick 1974; Hayek 1976). If a person demands that the state should regulate the market or make reparations to the unfortunate who has been caught at the losing end of a freely initiated market transaction, this is viewed as an indication that the person in question is morally depraved and underdeveloped, and scarcely different from a proponent of a totalitarian state (Mises 1962).
...

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A ler: Universidade de Évora e BES criam cátedra de Energias Renováveis com 100 mil euros anuais

ler aqui o texto completo:

25/01/10, 17:37
OJE/Lusa

A Universidade de Évora e o Banco Espírito Santo (BES) vão criar uma cátedra dedicada às energias renováveis, dotada de cem mil euros anuais, para fomentar a investigação científica na área da captação e armazenamento energético.

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sábado, 23 de janeiro de 2010

A ler: Novo Elogio do Eduquês

Texto completo para ser deliciado aqui.

Uma crítica aos críticos da educação que começa por falar nas referências que os mais novos têm até ao "espaço de conflituosidade que é a sala de aula" onde "o professor e o aluno negoceiam formas de governo."

"...E por isso importa debater o modo de governo que impera na sala de aula, debate este que tem estado envolto em mistificações de vária ordem. A primeira mistificação é de ordem historiográfica e traz consigo uma série de outras mistificações: os críticos do eduquês tendem a julgar que o modelo antigo – isto é, o modelo que os terá educado – era muito melhor do que o modelo actual; o modelo antigo seria um modelo que tinha defeitos mas que produziria resultados positivos. Ou seja, notem bem, os críticos do eduquês fazem o elogio de si e da “sua” geração, o elogio deles que, apesar de terem sofrido às mãos da escola salazarista, resultaram ainda assim como… bons. Eles são os tais “resultados positivos”, que assim se distinguem da “massa” que hoje atravessa as escolas e este efeito de distinção que é assim obtido não devia ser tão facilmente ignorado por muitos dos que – à esquerda, pelo menos à esquerda – aderem tão facilmente à crítica ao eduquês..."

Não resisti copiar as imagem: clique na imagem para aceder ao texto completo.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

a não perder - MInicidade Sustentável...

In publico.pt

Projectada “minicidade” sustentável na Andaluzia
19.01.2010
PÚBLICO

O fabricante de automóveis Renault-Nissan e a Junta da Andaluzia assinaram ontem um acordo para criar uma “minicidade” sustentável onde todos os veículos sejam eléctricos.

O projecto-piloto será implementado no Parque Tecnológico da Andaluzia, uma “zona delimitada geograficamente e na qual se registam, diariamente, oito mil veículos e 15 mil pessoas”, explicou o presidente da Renault em Espanha, Jean Pierre Laurent, citado pelo jornal “El Mundo”.

Pela frente está ainda o processo de concepção e fabricação da infra-estrutura necessária – como os pontos de abastecimento eléctricos, parques de estacionamento próprios e desenho de edifícios e espaços sustentáveis – que deverá ficar concluído em 2011.

“É vital que haja uma alternativa ao petróleo”, defendeu Laurent.

A ler: Lordes britânicos angariam fundos para recuperar fortes em Portugal

in economico.sapo.pt

País

Lordes britânicos angariam fundos para recuperar fortes em Portugal

Económico com Lusa
19/01/10 11:22

Um grupo de deputados e lordes britânicos prometeu juntar esforços para ajudar a recuperar as construções militares das Linhas de Torres Vedras, cuja eficácia, alegaram, poderá ter salvo o Reino Unido de Napoleão.

Leia mais aqui.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Caso Raro: nevou na Serra da Estrela, logo estradas cortadas

in publico.pt

Desde as 09h30

Acessos à Serra da Estrela cortados devido à queda de neve

10.01.2010 - 10:30 Por Lusa

Todas as estradas de acesso ao maciço central da Serra da Estrela estão cortadas desde as 09h30 de hoje devido à queda de neve, informa a página de Internet da Autoridade Nacional de Protecção Civil.

Para ler e criticar aqui.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Conceito do grátis: modelo "freemium"

Um conceito interessante que a impôr-se revolucionará as nossas vidas, mas... daqui a uma ou duas gerações?

Não deixa de se ressalvar que este conceito apresenta maiores desenvolvimentos em Portugal, segundo o entrevistado!

in economico.sapo.pt

Entrevista a Chris Anderson

“Portugal é um dos países líderes a compreender o conceito do grátis”

Económico
09/01/10 00:05

As ofertas podem servir de trampolim para ganhar e fidelizar clientes.

Depois do sucesso de "A cauda longa", Chris Anderson volta a surpreender o mundo. Desta vez afirma que o futuro é grátis. Isto porque vivemos num mundo de abundância (num contexto do mundo web). Depois de espalhar o conceito da cultura dos nichos, em que afirma que o futuro dos negócios passa por vender menos de mais, o visionário do mundo das tecnologias apresenta-nos agora o modelo "freemium", um conceito em que "a maioria recebe de graça; enquanto que a minoria paga

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Para gosta de preparar o futuro...

To do just that, follow this four-step program:

1. Don't obsess over the "best" investments.
2. Think long term, not year to year.
3. Keep a tight rein on costs.
4. Keep a tighter rein on yourself.

por que não experimentar . . ..

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Trabalhar até aos 70? Excelente ideia!.... Porra...

in economico.sapo.pt

Carreira

Trabalhar até aos 70? Excelente ideia!

Lucy Kellaway
07/11/09 00:05

Aos 20 anos acreditava que iria reformar-me aos 60. Aos 35 anos sonhava reformar-me mais cedo, eventualmente aos 50 ou por aí perto.

Então, era moda as pessoas anteciparem a reforma, quer porque podiam fazê-lo quer porque os seus empregadores estavam fartos e os convidavam a sair. Agora que cheguei aos 50, percebi que a "meta" se deslocou novamente e que terei de penar - perdão, trabalhar - até aos 70 ou mais anos.

Nas últimas semanas, passaram-me pelas mãos vários relatórios elaborados por economistas, que dizem que a única forma que temos de salvar a economia é trabalhando muitos mais anos. Posso aceitar esta percepção no caso do sector público, mas para os restantes profissionais isso soa-me a mais problemas e dificuldades.

sábado, 7 de novembro de 2009

Conférence: Donner, léguer, créer une fondation ? Comment agir ?

Conférence

Donner, léguer, créer une fondation ?

Comment agir ?

Vous souhaitez donner ou léguer une partie de votre patrimoine à une cause qui vous est chère. Comment effectuer ou planifier votre don ?

Quelle sont les nouvelles dispositions prévues par la loi ?

Comment définir votre projet ?

Nous aborderons toutes les questions qu’il convient de se poser dans pareil cas au travers d’exemples concrets.

Deux dates vous sont proposées :

  • Vendredi 4 décembre de 12h00 à 14h00
  • Lundi 14 décembre de 17h00 à 19h00

    Tous les ateliers se tiendront au siège de la Banque de Luxembourg (14, Bd Royal, Luxembourg)
    Inscriptions au : tél 49 924 2205, e-mail invitation@bdl.lu

    Télécharger l'invitation

  • segunda-feira, 5 de outubro de 2009

    Luxemburgo: Governo estende cheque-serviço à música e ao desporto

    Realmente a o contexto social aqui é diferente: ora reparem...

    notícia completa no blog do semanário contacto:

    Luxemburgo: Governo estende cheque-serviço à música e ao desporto


    "...O tecto máximo de participação do Estado para o ensino musical é de 810 euros por ano. A quantia que os pais pagaram no início do ano ser-lhes-á reembolsada no final do ano. No que diz respeito a associações desportivas, a contribuição do CSA pode ascender aos 405 euros por aluno.

    Esta medida pretende também levar a que as associações desportivas possam dispor de fundos para alargar e melhorar as suas ofertas. Os cheque-serviço de acolhimento podem ser utilizados nos conservatórios, nas escolas de música da comuna bem como nos cursos dispensados pelas escolas de música da UGDA espalhados pelo Grão-Ducado.
    ...

    Para mais informações, ...consulte o sítio www.cheque-service.lu"

    domingo, 13 de setembro de 2009

    Debate Sócrates Vs Leite

    Sócrates usou neste debate a mesma estratégia que aplicou aos anteriores: passar ao ataque e ser oposição à oposição, usando os programas dos outros. Quando tal não chega, socorre-se do passa-culpas que hoje nos fez recuar mais de uma década, o que acaba por funcionar contra o conjunto dos partidos do Bloco Central. A estratégia põe os opositores à defesa, que é sempre a pior forma de estar num debate. E, perante as dificuldades oratórias e políticas de Ferreira Leite, garantiu uma vitória sem discussão. Mas uma coisa é ganhar debates outra é ganhar as pessoas. E quando Sócrates concentra nos opositores, nos seus programas e no seu passado, está, ele próprio, a diminuir os seus últimos quatro anos de governo. A sua estratégia dá vitórias mas não mobiliza. Dificilmente convence indecisos. Sócrates acaba assim, para vencer, por recorrer ao que ele critica nos seus opositores: à maledicência. Comentário áudio aqui.