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sábado, 13 de março de 2010

Mais umas luzes sobre o malfadado PEC

THE LESSONS FROM THE PORTUGUESE STABILITY PROGRAMME

retirado daqui.

Importante, a ler: Quartos nos cafés preocupam deputados luxemburgueses

Quartos nos cafés preocupam deputados luxemburgueses: "Um ano depois dos primeiros alertas na imprensa, o problema das más condições nos quartos arrendados em cafés chegou finalmente ao Parlamento luxemburguês.

Os deputados discutiram o assunto com o ministro da Habitação, Marco Schank, na semana passada. Os deputados querem reforçar a fiscalização nos cafés e encontrar soluções para a penúria de alojamentos a baixo custo, que obriga muitos imigrantes a viver em condições insalubres.

Há um ano, o CONTACTO já dava conta do problema. Nessa altura, as autarquias de Esch e Differdange abriram caça aos cafés que alugam quartos insalubres. Por cima dos estabelecimentos, a maioria explorados por portugueses, as autoridades descobriram condições de tirar o sono. Em Differdange, havia 17 pessoas a partilhar uma só sanita e duche, e quartos com 1,5 m de altura. Em Esch, a autarquia teme uma tragédia.

A maioria dos cerca de mil hóspedes nestas condições são portugueses recém-chegados ao Luxemburgo a trabalhar na construção: pagam entre 300 a 650 euros para dormir num quarto com mais duas a quatro pessoas, com ou sem alimentação. 'É um caso de exploração de portugueses por portugueses', acusava na altura Roberto Traversini, vereador para os Assuntos Sociais de Differdange.

'Eles vêm para cá e não conhecem ninguém, não falam a língua, têm medo da Polícia, e acabam a viver em condições miseráveis'.

O edil iniciou há dois anos uma campanha de fiscalização dos cafés que alugam quartos – a maioria, garante, explorados por portugueses –, e o que descobriu chocou-o.

'Havia um local com 17 pessoas e uma só sanita e duche. Tinham umas águas-furtadas com 1,5 m de altura onde viviam duas pessoas. E não era dos sítios piores, porque pelo menos era relativamente limpo', contou ao CONTACTO.

O 'pior' dos 32 estabelecimentos fiscalizados pela autarquia, entre os 34 cafés registados, era um antigo cabeleireiro convertido em dormitório pelo proprietário do café ao lado – um 'corredor de 12 metros por 2,5 com tabiques a cada dois metros', sem janelas. Os dez 'quartos' assim formados duplicavam de capacidade com beliches, ao preço de 350 euros por cama. A viver entre dois tabiques, as autoridades encontraram uma grávida de oito meses e o companheiro, ambos portugueses.

'Fechámos imediatamente o local e encontrámos um estúdio para o casal', conta o vereador. Noutro café, 'uma família portuguesa de três pessoas, um casal com um bebé de três meses, estava a viver num quarto de 9,5 m2, e há duas ou três semanas que não tinham água quente'. A maioria dos 440 hóspedes a viver por cima dos cafés de Differdange são 'imigrantes portugueses que trabalham no sector da construção', garante o vereador, tal como os 550 habitantes dos cafés em Esch-sur-Alzette, a segunda maior cidade do país e uma das que conta com maior percentagem de portugueses (32,7 %).

'Há alguns luxemburgueses e africanos, mas a maioria dos hóspedes são portugueses com contratos temporários nas empresas de construção', disse na altura ao CONTACTO a vereadora dos Assuntos Sociais de Esch, Vera Spautz.

'Encontrámos de tudo: insalubridade, problemas de higiene e de segurança', denunciou Vera Spautz, que iniciou a campanha de fiscalização há cerca de dois anos nos 55 cafés de Esch que arrendam quartos. 'Em três ou quatro cafés, eram casas que deviam ser terraplanadas e reconstruídas, tal era a falta de segurança. Tremo de pensar no que poderá acontecer um dia se houver um incêndio: seria uma tragédia. Não podemos continuar a fechar os olhos'.

Mas se as autarquias do Sul do país não fecham os olhos às más condições deste tipo de pensões, têm recusado até agora encerrar os dormitórios por cima dos cafés, por falta de alternativas para as centenas de imigrantes a receber salário mínimo que ali encontram um tecto a preços do tamanho da bolsa.

'A verdade, é preciso dizê-lo, é que estes problemas existem devido à penúria da habitação, sobretudo no sector do arrendamento, onde as rendas são desmesuradamente elevadas', admitiu na altura a vereadora socialista. E as alternativas sociais são insuficientes. 'Esch-sur-Alzette dispõe de 440 alojamentos sociais, mas temos uma lista de espera de 400 famílias, e a procura não pára de aumentar'.

Em Differdange, o dilema é o mesmo. 'Não queremos fechar os cafés nem pôr ninguém na rua, até porque não temos alternativas suficientes a nível de alojamento social', disse ao CONTACTO o vereador de Differdange.

À passagem dos inspectores sanitários, os proprietários são notificados para melhorar as infra-estruturas dos estabelecimentos, sob a ameaça de encerramento ou processo de contravenção.

A maioria dos cafés são propriedade das grandes cervejarias nacionais ('brasseries'), a quem os comerciantes que exploram os cafés pagam renda. Sem o 'comércio do sono', muitos teriam de fechar portas, afirma Roberto Traversini.

Texto: Paula Telo Alves
Foto: Paulo Lobo
"

segunda-feira, 8 de março de 2010

O PEC... malfadado tema tão em voga nos próximos anos

Fonte: Diário Económico
Vejam aqui e aqui se fazem o favor.

O PEC em 5 minutos

Conheça aqui as principais medidas apresentadas hoje pelo Governo para controlar as contas públicas até 2013.

DESPESA

  1. TGV ADIADO: construção das linhas de alta velocidade entre Lisboa/Porto e Porto/Vigo são adiadas durante dois anos.
  2. CORTE NO INVESTIMENTO PÚBLICO: o peso do investimento público no PIB vai cair de 4,2% em 2009 para 2,9% em 2013.
  3. SALÁRIOS CONGELADOS: os funcionários públicos vão ter aumentos salariais abaixo da inflação até 2013.
  4. APOIOS À ECONOMIA: algumas das medidas anti-crise, como o alargamento do subsídio de desemprego e o subsídio de contratação de jovens, vão ser retiradas já em 2011.
  5. TECTO MÁXIMO PARA BENEFÍCIOS FISCAIS E DEDUÇÕES: os contribuintes vão passar a ter um tecto máximo para os montantes dos benefícios e deduções fiscais de que poderão beneficiar.
  6. CORTE NAS PRESTAÇÕES SOCIAIS: o Governo vai cortar em 0,5% os gastos com prestações sociais até 2013.


    RECEITA
  1. NOVO ESCALÃO DE IRS: o Governo cria um novo escalão de IRS de 45% para quem tenha rendimentos anuais superiores a 150 mil euros. A nova taxa será temporária e vai durar até 2013. Estas medidas incidem já sobre os rendimentos obtidos em 2010.
  2. TRIBUTAÇÃO DAS MAIS-VALIAS DA BOLSA: os contribuintes que detenham acções há mais de um ano vão perder a isenção e passar a estar sujeitos a uma taxa de 20%.
  3. PRIVATIZAÇÕES: Esta será a principal via para reduzir a dívida pública. O Governo prevê um encaixe de 6 mil milhões de euros de receitas.

O PEC português visto pela imprensa estrangeira

Leia aqui como os principais media internacionais descrevem as medidas hoje anunciadas pelo Governo.

Reuters: "O plano de austeridade é a chave para convencer os mercados de que Portugal vai diminuir o seu défice, bem como a dívida. Os investidores estão de olhos postos no país".

Bloomberg: "O governo português está a tentar convencer os investidores que consegue reduzir o seu défice orçamental que é três vezes superior ao limite da União Europeia".

Washington Post: "Portugal anunciou novas medidas de austeridade para evitar uma crise como aquela que está a assombrar a Grécia. Com estas medidas, o Governo pretende convencer os mercados financeiros e outros países da zona euro que Portugal tem as suas finanças em ordem".

El País: "O Governo português apresentou hoje o seu plano de austeridade para reduzir o défice que contempla uma forte redução da despesa e contenção salarial".

The New York Times: "Os cortes na despesa vão representar metade da redução do défice, enquanto o acréscimo de receita irá contribuir com cerca de 15 a 16%. O governo português espera que o crescimento económico faça o resto".

BBC: "Portugal vai tentar cortar o défice das contas públicas de 8,3% para 2,8% do PIB. Antes de o Governo português anunciar o PEC, o director-geral do FMI afirmou ser improvável que Portugal e Espanha sejam contagiados pelo efeito Grécia".

The Wall Street Journal: "O ministro também lembrou que o Governo actual já conseguiu reduzir o défice do país. O Executivo liderado pelo primeiro-ministro socialista José Sócrates entrou em funções em 2005 e conseguiu cortar o défice de 6,1% desse ano para 2,6% em 2007".

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

A não perder - Entrevista

a propósito do trabalho das doenças mentais e dos suicídios!!...
deixo uma breve citação: "...Não há “trabalho vivo” sem sofrimento, sem afecto, sem envolvimento pessoal, explicou. É o sofrimento que mobiliza a inteligência e guia a intuição no trabalho, que permite chegar à solução que se procura. ..."

"... O que é que mudou nas empresas?
A organização do trabalho. Para nós, clínicos, o que mudou foram principalmente três coisas: a introdução de novos métodos de avaliação do trabalho, em particular a avaliação individual do desempenho; a introdução de técnicas ligadas à chamada “qualidade total”; e o outsourcing, que tornou o trabalho mais precário. ..."

in publico.pt.

Entrevista a Christophe de Dejours

"Um suicídio no trabalho é uma mensagem brutal"

01.02.2010 - 10:14 Por Ana Gerschenfeld

Nos últimos anos, três ferramentas de gestão estiveram na base de uma transformação radical da maneira como trabalhamos: a avaliação individual do desempenho, a exigência de “qualidade total” e o outsourcing. O fenómeno gerou doenças mentais ligadas ao trabalho. Christophe Dejours, especialista na matéria, desmonta a espiral de solidão e de desespero que pode levar ao suicídio.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A ver: Confraria dos Financeiros Lusófonos do Luxemburgo


Reportagem realizada em vídeo pela News352.lu sobre a última reunião da Confraria dos Financeiros Lusófonos do Luxemburgo (duração: 2 minutos 35).

A referida conferência, em língua francesa, teve por tema: “Une crise qui en cache une autre: la perte de compétitivité des économies européenne et portugaise”, sendo o conferencista o Dr. Carlos da Silva Costa – Vice-Presidente do Comité de Direcção do Banco Europeu de Investimento, cujo perfil poderá consultar aqui.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

O Problema Mário Crespo... apanhado do Blog "Corta Fitas"

Publicados por Rui Crull Tabosa

Opiniões que tornaram Mário Crespo um 'problema' (I) - link do post

"No Partido Socialista há gente seguramente preparada governar e começar a recuperar o clima de confiança e respeito pelos executivos nacionais que Sócrates e Cavaco arruinaram. Substituir Sócrates é já um dever."

Opiniões que tornaram Mário Crespo um 'problema' (II) - link do post

"A compra da TVI e agora o caso de Marcelo Rebelo de Sousa mostram que afinal Manuela Ferreira tinha toda a razão. Quando a líder do PSD o denunciou, estávamos de facto a viver um processo de "asfixia democrática" com este socialismo que José Sócrates reinventa constantemente. Hoje o garrote apertou-se muito mais. Ridicularizámos Ferreira Leite pelos avisos desconfortáveis e inconvenientes."

Opiniões que tornaram Mário Crespo um 'problema' (III) - link do post

"O regime já não sente necessidade de ter tacto nas suas práticas censórias. Não se preocupa sequer em assegurar uma margem de recuo nos absurdos que pratica com a sua gestão directa de conteúdos mediáticos. Actua com a brutalidade de qualquer Pavlovitch Beria, Joseff Goebbels ou António Ferro. Se este regime não tem o SNI ou o Secretariado Nacional de Propaganda, criou a ERC e continua com a RTP, dominadas por pessoas capazes de ler os mais subtis desejos do poder e a aplicá-los do modo mais servil."

Opiniões que tornaram Mário Crespo um 'problema' (IV)- link do post

"Nesta fase já não é exagerado falar-se da "deriva totalitária" que Manuela Ferreira Leite detectou. É um dever denunciá-la e lutar contra ela. O regime de Sócrates, incapaz de lidar com as realidades que criou, vai continuar a tentar manipulá-las com as suas "novilínguas" e esmagando todo o "duplipensar" como Orwell descreve no "1984". Está já entre nós a asfixia democrática e a deriva totalitária. Na DREN, na RTP, na ERC, na TVI e noutros sítios."


Opiniões que tornaram Mário Crespo um 'problema' (V) - link do post

"Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal."

Opiniões que tornaram Mário Crespo um 'problema' (VI) - link do post

«Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita

Opiniões que tornaram Mário Crespo um 'problema' (VII) - link do post

"Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal.

Opiniões que tornaram Mário Crespo um 'problema' (VIII) - link do post

"Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos."

Portugal visto de fora...

in arrastao.blogspot.pt

“Portugal has been in political crisis since the Maoist-Trotskyist Bloco won 10pc of the vote last year. This is rapidly turning into a market crisis as well as investors digest a revised budget deficit of 9.3pc of GDP for 2009, much higher than thought. A €500m debt auction failed on Wednesday. The yield spread on 10-year Portuguese bonds has risen to 155 basis points over German bunds.”
Do Telegraph.

Diário Económico: Teixeira dos Santos em entrevista ao CNN

sábado, 30 de janeiro de 2010

Post #500: e para comemorar... "quem se lixa é o mexilhão"

Ler tudo
in economico.sapo.pt

Empréstimos

Conseguir crédito junto dos bancos é cada vez mais difícil

Alexandra Brito
30/01/10 00:05


O Banco de Portugal mostra que as instituições de crédito continuam a subir os ‘spreads’ e a diminuir os montantes emprestados.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Exemplo a seguir... ? de forma temporária apenas?

in economico.sapo.pt

Zapatero vai reduzir dia de trabalho em Espanha

Pedro Duarte
02/12/09 19:45

O primeiro-ministro espanhol anunciou hoje que vai tomar medidas para promover a criação de emprego, incluindo a redução do dia de trabalho.

“Para nos adaptarmos à situação económica actual, são necessárias mudanças para aumentar a flexibilidade nas negociações salariais e promover a redução do dia de trabalho como um ajuste temporário”, afirmou hoje José Zapatero em declarações ao Parlamento espanhol.

O chefe do Governo de Madrid disse também que as reformas do mercado laboral vão incluir acções para ajudar a diminuir o emprego temporário.

Actualmente, Espanha tem uma semana de trabalho de 40 horas, divididas em oito horas por dia.

As medidas de reforma laboral de Zapatero foram anunciadas no dia em que foi conhecido que o número de desempregados registados em Espanha aumentou para 3,87 milhões em Novembro, o valor mais elevado desde 1997.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Emigrantes enviaram menos 300 milhões de euros para Portugal

in abola.pt

O primeiro semestre de 2009 foi, pelo menos, o pior dos últimos 14 anos. As remessas de dinheiro que os emigrantes enviam para Portugal caiu cerca de 300 milhões de euros, face aos valores habituais antes de a crise tomar conta do quotidiano de toda a gente.

Segundo os dados do Banco de Portugal, que o i cita, as poupanças enviadas por portugueses a viver no exterior caíram 8 por cento e são agora de cerca de mil milhões de euros – 5,5 milhões de euros diários, sublinha o jornal.

A crise é apontada como um dos principais factores para a contracção. Mas os especialistas têm outras explicações na manga: a entrada em vigor da directiva da poupança e o facto de Portugal ter vindo a perder força como país de emigração.


quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Rua Sésamo explica crise às crianças

in jornal economico.pt

Televisão

Rua Sésamo explica crise às crianças

Cristina Barreto
26/08/09 15:30

O programa especial da Rua Sésamo contou com a colaboração de vários peritos em economia e relações familiares.

O programa especial da Rua Sésamo contou com a colaboração de vários peritos em economia e relações familiares.

Comunidade

A famosa série infantil "Rua Sésamo" vai emitir um programa especial nos EUA sobre a actual crise. O objectivo é explicar às crianças a razão pela qual os pais estão desempregados.

"Com uma taxa de desemprego de 9,4% nos Estados Unidos, são muitas as famílias que sentem de perto os efeitos da crise e nós queremos ajudá-las", afirmou Gary Knell, da Sesame Workshop, a produtora responsável pelo sucesso deste programa infantil.

Neste sentido, a produtora norte-americana decidiu criar um episódio especial dirigido às famílias que enfrentam dificuldades financeiras e que será emitido a 9 de Setembro no canal de televisão PBS, nos EUA.

Para além de ensinar as crianças a poupar e explicar as razões pelas quais muitas vezes os seus pais não podem comprar um brinquedo ou levá-los a jantar fora como era costume, este programa, segundo Knell, ajuda os pais a falarem mais abertamente com os filhos sobre as despesas da casa.

Com os famosos bonecos da Rua Sésamo e a colaboração de vários peritos em economia e em relações familiares foi possível criar um programa que aborda histórias reais vividas por várias famílias, "a quem a crise abalou fortemente, mas que continuam unidos graças ao amor que sentem uns pelos outros", acrescentou o mesmo responsável.

domingo, 26 de julho de 2009

Embraer arranca hoje com fábrica em Évora

Uma boa notícia para Évora, Alentejo e Portugal!

In diarioeconomico.pt

Aeronáutica

Embraer arranca hoje com fábrica em Évora

Económico
26/07/09 11:40

José Sócrates preside hoje, em Évora, à cerimónia de colocação da primeira pedra das duas futuras fábricas da Embraer, um investimento avaliado em cerca de 148 milhões.

O acordo para o investimento da fabricante aeronáutica brasileira em Évora foi assinado há um ano, durante uma sessão que teve a presença do primeiro-ministro português, do presidente da Embraer, Frederico Curado, e do chefe de Estado do Brasil, Lula da Silva, que então visitou Portugal no âmbito de uma cimeira da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

A Embraer ocupa a terceira posição mundial no ramo da indústria aeronáutica.

domingo, 31 de maio de 2009

Isto sim é preocupante: Arábia Saudita preocupada com novo pico de preços do petróleo

in publico.pt

Reunião dos ministros de Energia do G8
Arábia Saudita preocupada com novo pico de preços do petróleo
25.05.2009 - 14h09
Por Reuters, PÚBLICO
A Arábia Saudita avisou hoje para o risco de o preço do barril de petróleo regressar para perto dos 150 dólares dentro de dois a três anos, depois de os ministros da Energia do grupo dos oito países mais industrializados do mundo (G8) terem discordado em aumentar o investimento na capacidade do sector petrolífero devido à crise financeira.

Os ministros e responsáveis da Energia do G8 estão hoje reunidos em Roma, numa altura em que os preços do petróleo estão no seu máximo dos últimos seis meses, a 60 dólares o barril, um preço que os produtores consideram todavia abaixo do necessário para tornar rentável o investimento em nova produção, e que eles situam nos 75 dólares.

O ministro saudita do Petróleo, Ali al-Naimi afirmou que o mundo está a caminho de uma nova explosão de preços, que se seguirá a esta fase de procura enfraquecida e de preços baixos, reflectindo mais a crise económica actual do que o que será o futuro.

“Mantemos a nossa atenção no longo prazo do que na volatilidade das condições do curto prazo”, disse em notas preparadas para a cimeira. “Contudo, se os outros não começarem a investir igualmente em novos projectos de expansão de capacidade, poderemos assistir dentro de dois a três anos a um outro pico igual ou pior ao que testemunhámos em 2008”.

Para este responsável, o preço baixo do petróleo e a fraca procura desencorajaram o investimento em projectos de energia, um problema agravado pelos elevados custos de desenvolvimento e por um mercado de crédito apertado.

Bruxelas vai fixar critérios comuns para fortalecer supervisão dos bancos

in publico.pt

Novo regulamento financeiro discutido em Junho no Conselho Europeu
Bruxelas vai fixar critérios comuns para fortalecer supervisão dos bancos
25.05.2009 - 11h19
Por : Marlene Carriço
O Conselho Europeu de Junho vai tentar vencer as reticências do Reino Unido e aplicar uma nova norma de supervisão dos bancos já em 2010, adiantando-se assim aos Estados Unidos na corrida para o novo regulamento financeiro.

A Europa quer adiantar-se aos Estados Unidos na corrida para o novo regulamento financeiro, um dos grandes buracos que explica a crise que já se arrasta ao longo de quase dois anos. A Comissão Europeia pretende reforçar os seus sistemas de vigilância e de controlo, depois dos fracassos das regras financeiras terem reforçado a crise global.

A Comissão irá apresentar esta semana os dois pilares da futura monitorização, um organismo que irá avaliar os riscos sistémicos das finanças europeias (Conselho Europeu de Risco Sistémico), e uma segunda entidade (Sistema Europeu de Supervisores Financeiros) que irá fortalecer, consolidar e tornar obrigatórios critérios comuns e padrões mínimos para inspecções de bancos, seguros e valores mobiliários.

Esta será uma proposta de política a ser discutida no próximo Conselho Europeu, em meados de Junho. O objectivo é reconduzir a relutância do Governo britânico, que se recusa a aceitar as normas comuns para todos os países. Londres considera que cabe às suas autoridades fixar os critérios de inspecção dos seus corpos, apesar do mau desempenho na gestão da própria crise.

A comunicação será apresentada em Bruxelas, na quarta-feira, reunindo as recomendações do Grupo de peritos de Alto Nível, liderado por Jacques de Larosière, que foi encomendado pelo Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, segundo o site do "elpaís".