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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Évora: FEIRA DE S. JOÃO 2010


«Na cidade branca do Alentejo, a Évora dos monumentos, vai realizar-se mais uma feira de S. João que desde a primeira metade do século XVI se efectua, quase ininterruptamente, todos os anos. O tempo vai seguindo o curso normal, os séculos vão-se sucedendo e a feira maior da mais vasta Província de Portugal, atravessando períodos áureos e épocas decadentes, vai sempre atraindo à cidade de Évora os visitantes, os forasteiros e os feirantes.

Se antigamente chegavam à cidade nos típicos “churriões” e “carros de canudo” puxados por mulas cujas guizalhadas estridentes e barulho dos rodados férreos anunciavam a sua passagem nas ruas estreitas e tortuosas da urbe, permaneciam os forasteiros em Évora durante quase toda a época da feira, isto é, da véspera de S. João até ao dia de S. Pedro. Mas hoje os velozes automóveis e as facilidades de deslocação das populações visitantes tornam a estadia limitada a alguns números do programa com um regresso imediato.

Todavia apesar destas facilidades o S. João de Évora é ainda a maior feira do Alentejo, não só pelas transacções que nessa ocasião se efectuam, mas também pelos milhares de pessoas que enchem completamente o Rossio de S. Brás.

É que a feira de S. João é um motivo para mais um passeio à Cidade Museu de Portugal. Isto porque, como já alguém escreveu “nela se documenta inteiramente a génese do que somos, o que temos de lusitanos, de latinos, de árabes e de cristãos se encontra registado dentro dos seus muros”. (...)

Vai realizar-se mais uma feira de S. João e pelos números festivos que se efectuam vai a cidade sair da sua monótona vida quotidiana, vestindo as suas melhores galas para a todos receber com carinho e o prazer duma terra onde viveram Reis e Fidalgos.

Évora, a cidade branca do Alentejo, está em festa para mais uma Feira de S. João.»

Dr. Carvalho Moniz
in “A Feira de S. João de 1960”, Edição do “Jornal de Évora”.
retirado do Mais Évora

Vindo não sei de onde, aqui vai... "O Alentejano"

O ALENTEJO

Palavra mágica que começa no Além e termina no Tejo, o rio da portugalidade. O rio que divide e une Portugal e que à semelhança do Homem Português, fugiu de Espanha à procura do mar. O Alentejo molda o carácter de um homem. A solidão e a quietude da planície dão-lhe a espiritualidade, a tranquilidade e a paciência do monge; as amplitudes térmicas e a agressividade da charneca dão-lhe a resistência física, a rusticidade, a coragem e o temperamento do guerreiro. Não é alentejano quem quer. Ser alentejano não é um dote, é um dom. Não se nasce alentejano, é-se alentejano.

Portugal nasceu no Norte mas foi no Alentejo que se fez Homem. Guimarães é o berço da Nacionalidade, Évora é o berço do Império Português. Não foi por acaso que D. João II se teve de refugiar em Évora para descobrir a Índia. No meio das montanhas e das serras um homem tem as vistas curtas; só no coração do Alentejo, um homem consegue ver ao longe. Mas foi preciso Bartolomeu Dias regressar ao reino depois de dobrar o Cabo das Tormentas, sem conseguir chegar à Índia para D. João II perceber que só o costado de um alentejano conseguia suportar com o peso de um empreendimento daquele vulto. Aquilo que para o homem comum fica muito longe, para um alentejano fica já ali. Para um alentejano não há longe, nem distância porque só um alentejano percebe intuitivamente que a vida não é uma corrida de velocidade, mas uma corrida de resistência onde a tartaruga leva sempre a melhor sobre a lebre.

Foi, por esta razão, que D. Manuel decidiu entregar a chefia da armada decisiva a Vasco da Gama. Mais de dois anos no mar... E, quando regressou, ao perguntar-lhe se a Índia era longe, Vasco da Gama respondeu: «Não, é já ali.». O fim do mundo, afinal, ficava ao virar da esquina. Para um alentejano, o caminho faz-se caminhando e só é longe o sítio onde não se chega sem parar de andar. E Vasco da Gama limitou-se a continuar a andar onde Bartolomeu Dias tinha parado. O problema de Portugal é precisamente este: muitos Bartolomeu Dias e poucos Vasco da Gama. Demasiada gente que não consegue terminar o que começa, que desiste quando a glória está perto e o mais difícil já foi feito. Ou seja, muitos portugueses e poucos alentejanos. D. Nuno Álvares Pereira, aliás, já tinha percebido isso. Caso contrário, não teria partido tão confiante para Aljubarrota. D. Nuno sabia bem que uma batalha não se decide pela quantidade mas pela qualidade dos combatentes. É certo que o Rei de Castela contava com um poderoso exército composto por espanhóis e portugueses, mas o Mestre de Avis tinha a vantagem de contar com meia-dúzia de alentejanos. Não se estranha, assim, a resposta de D. Nuno aos seus irmãos, quando o tentaram convencer a mudar de campo com o argumento da desproporção numérica: «Vocês são muitos? O que é que isso interessa se os alentejanos estão do nosso lado?» Mas os alentejanos não servem só as grandes causas, nem servem só para as grandes guerras. Não há como um alentejano para desfrutar plenamente dos mais simples prazeres da vida. Por isso, se diz que Deus fez a mulher para ser a companheira do homem. Mas, depois, teve de fazer os alentejanos para que as mulheres também tivessem algum prazer. Na cama e na mesa, um alentejano nunca tem pressa. Daí a resposta de Eva a Adão quando este, intrigado, lhe perguntou o que é que o alentejano tinha que ele não tinha: «Tem tempo e tu tens pressa.» Quem anda sempre a correr, não chega a lado nenhum. E muito menos ao coração de uma mulher.

Andar a correr é um problema que os alentejanos, graças a Deus, não têm. Até porque os alentejanos e o Alentejo foram feitos ao sétimo dia, precisamente o dia que Deus tirou para descansar. E até nas anedotas, os alentejanos revelam a sua superioridade humana e intelectual. Os brancos contam anedotas dos pretos, os brasileiros dos portugueses, os franceses dos argelinos... só os alentejanos contam e inventam anedotas sobre si próprios. E divertem-se imenso, ao mesmo tempo que servem de espelho a quem as ouve. Mas para que uma pessoa se ria de si própria não basta ser ridícula porque ridículos todos somos. É necessário ter sentido de humor. Só que isso é um extra só disponível nos seres humanos topo de gama. Não se confunda, no entanto, sentido de humor com alarvice. O sentido de humor é um dom da inteligência; a alarvice é o tique da gente bronca e mesquinha. Enquanto o alarve se diverte com as desgraças alheias, quem tem sentido de humor ri-se de si próprio. Não há maior honra do que ser objecto de uma boa gargalhada. O sentido de humor humaniza as pessoas, enquanto a alarvice diminui-as. Se Hitler e Estaline se rissem de si próprios, nunca teriam sido as bestas que foram. E as anedotas alentejanas são autênticas pérolas de humor: curtas, incisivas, inteligentes e desconcertantes, revelando um sentido de observação, um sentido crítico e um poder de síntese notáveis.

Não resisto a contar a minha anedota preferida. Num dia em que chovia muito, o revisor do comboio entrou numa carruagem onde só havia um passageiro. Por sinal, um alentejano que estava todo molhado, em virtude de estar sentado num lugar junto a uma janela aberta. «Ó amigo, por que é que não fecha a janela?», perguntou-lhe o revisor. «Isso queria eu, mas a janela está estragada.», respondeu o alentejano. «Então por que é que não troca de lugar?» «Eu trocar, trocava... mas com quem?» Como bom alentejano que me prezo de ser, deixei o melhor para o fim. O Alentejo, como todos sabemos, é o único sítio do mundo onde não é castigo uma pessoa ficar a pão e água. Água é aquilo por que qualquer alentejano anseia. E o pão... Mas há melhor iguaria do que o pão alentejano? O pão alentejano come-se com tudo e com nada. É aperitivo, refeição e sobremesa. E é o único pão do mundo que não tem pressa de ser comido. É tão bom no primeiro dia como no dia seguinte ou no fim da semana. Só quem come o pão alentejano está habilitado para entender o mistério da fé. Comê-lo faz-nos subir ao Céu!

É por tudo isto que, sempre que passeio pela charneca numa noite quente de verão ou sinto no rosto o frio cortante das manhãs de Inverno, dou graças a Deus por ser alentejano. Que maior bênção poderia um homem almejar?

zcc

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Eurosports 2010

retirado daqui

Évora em Ravenna para vencer Eurosports 2010

Depois de cinco anos consecutivos a vencer o Eurosports, um evento desportivo destinado a jovens de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 23 anos, que reúne participantes de várias cidades da Europa, a comitiva de Évora partiu para Ravenna (Itália) para aqui tentar conquistar o sexto título.
A edição transalpina irá decorrer de 9 a 14 de Maio, tendo como grande novidade o facto de todas as modalidades em competição se disputarem na versão de praia. A cidade de Ravenna, localizada no centro de Itália, banhada pelo Mar Adriático, quis desta forma inovar e colocar uma maior dificuldade aos jovens participantes.
O Eurosports é uma iniciativa que tem como principal objectivo fomentar o intercâmbio e a confraternização entre jovens universitários de vários países e de culturas diferentes, onde o convívio social e desportivo é uma das referências.
Participam no Eurosports, iniciativa criada em 2003, representações das cidades de Évora (Portugal), Chartres (França), Speyer (Alemanha), Ravenna (Itália) e Chichester (Inglaterra), que irão disputar as seguintes modalidades: voleibol, futebol, basquetebol, rugby e ténis.
A “equipa” de Évora que vai tentar conquistar novo título é composta pelos seguintes elementos: Pedro Candeias da Silva (Prof.); Neuza Augusto; Ana Coradinho; Cátia Marcão; Pedro Gonçalves; Fábio Potes; Filipa Pereira; Madalena Simões de Carvalho; João Batista; Fábio Santos; Pedro Correia; Miguel Godinho Avó; Luis Jeremias; José Oliveira.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A ler: Universidade de Évora e BES criam cátedra de Energias Renováveis com 100 mil euros anuais

ler aqui o texto completo:

25/01/10, 17:37
OJE/Lusa

A Universidade de Évora e o Banco Espírito Santo (BES) vão criar uma cátedra dedicada às energias renováveis, dotada de cem mil euros anuais, para fomentar a investigação científica na área da captação e armazenamento energético.

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

SÃO SETE OS CANDIDATOS AO CARGO DE REITOR DA UNIVERSIDADE DE ÉVORA

Numa casa pela qual nutro um carinho especial, vai a eleições no dia 3 de Fevereiro. Será que é agora que um novo e sólido rumo é encontrado para a UÉ. Será que é agora que alunos, professores e funcionários (e os lobbies gravitantes) se unem em torno de um projecto credível que alicerce a UÉ para o futuro? A ver vamos... Há cerca de oito anos atrás votei em Carlos Braumann.

Os candidatos:
  • a actual vice-reitora Ana Maria Freitas
  • Carlos Marques (Professor Catedrático doutorado em Economia Agrícola)
  • Sara Pereira (Professora Catedrática do Departamento de Engenharia Rural)
  • Hélder Fonseca (Professor Catedrático do Departamento de História)
  • Heitor Reis (Professor Catedrático doutorado em Física)
  • Carlos Braumann (Centro de Investigação em Matemática)
  • Manuela Magno (professora auxiliar do Departamento de Pedagogia da Educação).

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Histórias do restaurante alentejano Fialho contadas em livro - TSF

Histórias do restaurante alentejano Fialho contadas em livro - TSF

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1411337

A história do restaurante Fialho, em Évora, considerado uma referência da gastronomia portuguesa, é contada pela primeira vez num livro que é apresentado esta quinta-feira na FNAC Colombo e sexta-feira na do Chiado, em Lisboa.

Gabriel Fialho, filho do fundador daquele restaurante, contou à TSF os ensinamentos que o seu pai lhe deu sobre como saber negociar e frisou que as ervas aromáticas do Alentejo contribuem para o sucesso da cozinha daquele restaurante.

O restaurante Fialho recebeu, ao longo dos seus 60 anos de história, muitos famosos, como os reis de Espanha, Mário Soares, Cavaco Silva, Tony Blair e Scolari, sendo actualmente também muito procurado pelos turistas por causa dos vinhos.

domingo, 23 de agosto de 2009

Alentejo - Descobertas pinturas rupestres com cinco mil anos

in Diário de Notícias

Descobertas pinturas rupestres com cinco mil anos

por LUÍS MANETA, Évora

Investigadores da Universidade de Évora identificaram novo conjunto de imagens datadas do III e IV milénios antes de Cristo numa gruta em - Arronches. Será criado um Centro de Interpretação de Arte Rupestre.

Uma equipa de investigadores da Universidade de Évora, liderada pelo arqueólogo Jorge Oliveira, identificou um novo conjunto de pinturas rupestres numa gruta localizada nas proximidades da aldeia de Esperança, concelho de Arronches.

Datadas do III e IV milénios antes de Cristo (a.C.), as pinturas foram descobertas num local conhecido como Pego do Inferno, no âmbito de um projecto de investigação sobre Arte Rupestre em Arronches (ARA).

"São pinturas esquemáticas, feitas a vermelho e negro, que se inscrevem no mesmo estilo de outras anteriormente identificadas na Esperança", diz Jorge Oliveira ao DN, classificando esta região como "o mais importante santuário de arte rupestre no Sul do país".

A descoberta deste novo conjunto pictórico, formado pelo menos por três painéis, resultou de um mero acaso. Para além do decalque e fotografia de todas as pinturas rupestres já conhecidas, os investigadores decidiram avançar com a prospecção sistemática da zona envolvente.

"Se temos grutas com pinturas, têm de existir nas redondezas outros espaços paralelos, como povoados ou antas", resume Jorge Oliveira, revelando que durante esse trabalho foram identificados alguns pequenos locais com pinturas e três dólmenes.

A partir do momento em que o trabalho dos arqueólogos se tornou conhecido na aldeia, não tardou a surgir uma revelação espantosa: um funcionário da autarquia lembrou-se da existência de uma gruta na zona do Pego do Inferno, praticamente inacessível, onde em tempos se tinha "acoitado um homem que andava no pilho [roubo]".

Quando a equipa de investigadores, que integra alunos da Universidade de Évora e envolve a colaboração do Laboratório de Física Nuclear da Universidade da Extremadura, chegou ao local, a descoberta foi surpreendente. "Mal entrámos, do lado esquerdo, apesar do negro de fumo em abundância, eram visíveis sinais de pinturas. Ali estavam elas", recorda Jorge Oliveira, enquanto acompanha o DN numa visita ao interior da gruta, localizada na margem portuguesa da ribeira do Abrilongo, num dos sopés da Serra de São Mamede.

O primeiro passo foi fazer o registo fotográfico dos três painéis encontrados. Agora, as paredes serão limpas num trabalho minucioso destinado a revelar a eventual existência de mais pinturas.

Segundo o coordenador da equipa, estas representações antropomórficas comprovam a utilização daquele espaço como um local sagrado. "Estamos na presença de uma arte esquemática, elaborada, feita por comunidades neolíticas, calcolíticas e da Idade do Bronze. Já não é apenas um retrato pleno da realidade como fez o Homem do paleolítico em Foz Coa. Esta é a antecâmara da escrita, daí ser impossível descodificar o significado de todos estes signos e símbolos", acrescenta.

Para além dos trabalhos de campo, o projecto ARA prevê a adaptação de um antigo lagar de azeite a Centro de Interpretação da Arte Rupestre, onde terão início percursos pelos locais de Esperança onde há pinturas do neolítico.

O abrigo mais decorado, e o primeiro do conjunto a ser descoberto, em 1914, é o dos Gaivões onde se destaca a "narração" de uma cena de pastorícia, "perfeitamente contextualizável na tipologia da sociedade agro-pastoril" instalada na região há cinco mil anos.

Convencido de que "ainda haverá mais pinturas nas serras", o presidente da Junta da Esperança, Diamantino Ribeiro, diz que o futuro centro de interpretação poderá ser um "contributo importante para tornar este património conhecido e desenvolver o concelho".

domingo, 26 de julho de 2009

Embraer arranca hoje com fábrica em Évora

Uma boa notícia para Évora, Alentejo e Portugal!

In diarioeconomico.pt

Aeronáutica

Embraer arranca hoje com fábrica em Évora

Económico
26/07/09 11:40

José Sócrates preside hoje, em Évora, à cerimónia de colocação da primeira pedra das duas futuras fábricas da Embraer, um investimento avaliado em cerca de 148 milhões.

O acordo para o investimento da fabricante aeronáutica brasileira em Évora foi assinado há um ano, durante uma sessão que teve a presença do primeiro-ministro português, do presidente da Embraer, Frederico Curado, e do chefe de Estado do Brasil, Lula da Silva, que então visitou Portugal no âmbito de uma cimeira da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

A Embraer ocupa a terceira posição mundial no ramo da indústria aeronáutica.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

sábado, 23 de maio de 2009

Morcheeba na Queima das Fitas de Évora

in destak.pt
21 | 05 | 2009 20.43H

A banda britânica Morcheeba e os portugueses Rui Veloso, Buraka Som Sistema, Moonspell e José Cid são alguns dos cabeças-de-cartaz da Queima das Fitas de Évora, que começa sexta-feira, com um orçamento de 250 mil euros.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

«Este é o melhor cartaz de sempre da Queima das Fitas de Évora», que termina dia 31, afirmou hoje à agência Lusa o presidente da Associação Académica da Universidade de Évora, António Gualdino.

Uma das novidades deste ano é o regresso da festa dos estudantes ao campo de futebol do Colégio do Espírito Santo, principal edifício da universidade, de onde tinha saído há cinco anos.

«Era uma vontade nossa mudar de local e este ano conseguimos, porque o edifício do Espírito Santo é o símbolo da nossa universidade. É um regresso a casa», disse.

Considerando que «é o melhor cartaz na relação qualidade/preço», António Gualdino revelou que «os preços dos bilhetes mantêm-se iguais aos do ano passado», oscilando entre dois e os 13 euros, com entrada gratuita na quarta-feira, dia da actuação de tunas académicas.

Terrakota, Quim Barreiros, Tara Perdida e Rita Redshoes são outros dos grupos que vão actuar na Queima das Fitas de Évora, que se inicia sexta-feira à noite com a “Monumental Serenata” nos claustros da universidade.

O programa da Queima das Fitas inclui ainda actividades desportivas, uma garraiada académica e o tradicional cortejo académico.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Lusitano Ginásio Clube volta adiar eleições

in diana.fm

A assembleia geral eleitoral do Lusitano de Évora, prevista para 4 de Maio, voltou a ser adiada, devido à ausência de candidatos à liderança do clube. Contudo, para esse dia está convocada uma reunião do conselho geral do clube para auscultar os membros deste orgão. Em cima da mesa está o futuro do Lusitano e o eventual encerramento do clube.

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E porque não depois o desaparecer do Juventude: assim uma nova realidade desportiva pode então surgir em Évora. A hipótese de uma verdadeira política da juventude torna-se então real.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Intensidez BiblioCafé

Durante a estância em Évora conheci mais um espaço interessante que recomendo vivamente: o Intensidez BiblioCafé. Se preferirem podem visitar o Blog.